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CMOS

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Tecnologia dos sensores CMOS.

CMOS (complementary metal-oxide-semiconductor, em português semicondutor de metal-óxido complementar) é uma tecnologia empregada na fabricação de circuitos integrados, englobando elementos de lógica digital (portas lógicas, flip-flops, contadores, decodificadores, etc.), microprocessadores, microcontroladores, memórias RAM, etc. A tecnologia do CMOS é também utilizada para produção de circuitos analógicos como sensores de imagem, conversores de sinal e transceptores, utilizados largamente na comunicação. O CMOS foi patenteado em 1963 por Frank Wanlass.

O "complementary" em seu nome vem do fato dessa tecnologia utilizar os dois tipos de transistores MOSFET, o MOSFET canal N e o MOSFET canal P, de tal modo que um deles "complementa" o outro na necessidade de se produzir funções lógicas.

A CMOS é hoje a tecnologia mais largamente usada na fabricação de CIs. As principais vantagens dos circuitos integrados CMOS são o baixíssimo consumo de energia (que leva à baixa dissipação de calor) e a possibilidade de alta densidade de integração, em comparação com outras tecnologias, e.g. TTL. Outro ponto a destacar é a boa relação sinal-ruído devido à baixa interferência dos sinais eletrônicos. Devido a tais características, circuitos CMOS são também largamente utilizados em calculadoras, relógios digitais, e outros dispositivos alimentados por pequenas baterias, bem como uma importante opção para tradutores de sinais luminosos. Apesar dessas vantagens do CMOS, ele continua sendo mais lento que o TTL.

No jargão dos computadores, é comum usar o termo "CMOS" para se referir a uma determinada área de memória, onde ficam guardadas informações sobre os periféricos instalados e a configuração inicial do computador, além do relógio e calendário. Como a memória e o relógio precisam ser preservados mesmo com o computador desligado, são alimentados por uma pequena bateria de lítio, e somente a tecnologia CMOS pode produzir dispositivos com um consumo baixo o suficiente para esse propósito. A memória e relógio estão embutidos em um circuito integrado fabricado com tecnologia CMOS, levando ao uso equivocado do nome.

Um sensor CMOS, em particular, é um componente eletrônico em estado sólido que converte a luz num padrão de cargas elétricas que se traduz em dados digitais. CMOS é usado comumente em câmeras digitais e que tem sido utilizado como uma alternativa mais barata aos sensores do tipo CCD.

TEMP DE COR

TEMP DE COR
TEMP DE COR

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TK-41 Restoration Project - Early Television Museum

RCA Camera

JVC GY-X1 Camera - Demo Video 1991

Video Toaster 4000 Demo

ARLIDO MACHADO TV

O início da produção de clipes na globo para o fantástico

Neste video Nilton Travesso fala sobre a produção do primeiro vídeo clipe feito especialmente para ser exibido no fantástico, depois desse clipe, muitos outros foram produzidos pela globo e exibidos no fantástico.
Ney Matogrosso deu um show de interpretação, o fato de Ney aparecer cantando em vários planos, de diferentes ângulos, que era novidade na época, o sincronismo da voz com o som da trilha, que era feito com dublagem no cinema, foi feito de maneira experimental em vídeo e deu certo.
Outro ponto a ser destacado é o cenário natural, fora dos estúdios, e o personagem criado pelo cantor com suas vestes e a interpretação desse personagem.
Antes desse clipe, os clipes feitos em vídeo, eram gravados , geralmente em estúdios, gravando uma apresentação ao vivo e misturando com cenas externas. O cantor não aparecia nessas cenas externas cantando, pois era muito dificiu conseguir o sincronismo labial sem um som guia, pois não se tinha em equipamento para fazer isso, até a invenção da corneta de Nilton Travesso.

NILTON TRAVESSO

AMÉRICA DO SUL

FERNANDO MEIRELLES

TADEU JUNGLE

Jean-Claude Bernardet

SILVIO DESABAFA

BONI X ARTISTAS

BONI

Vito Diniz

Vito Diniz
Vito Diniz

Vito Diniz

Diretor de fotografia dos mais iluminados, Vito Diniz poderia ser um dos expoentes da fotografia cinematográfica brasileira se não fosse a sua paixão pela Bahia, sua insistência em aqui permanecer a trabalhar, e, com isso, recusando convites de fora que poderiam lhe fazer a fama e a glória. Mas de uma coisa se tem certeza: poucos, no Brasil, conhecem a arte de bem iluminar como Vito Diniz, que a Implacável o levou há uma década ou quase isso ainda em pleno vigor de sua capacidade produtiva. Pessoa de lhano trato, homem educado e delicado, tímido, não era afeito a diatribes, guardando as suas opiniões para os amigos. Iluminou quase todos os filmes baianos desde o crepúsculo da década de 60. Meteorgango Kid, o herói intergalático (1969), de André Luiz Oliveira, que virou filmecult do underground ou cinema marginal, teve a sua plástica de imagem orientada por Vito, assim como muitos outras longas baianos, a exemplo do desaparecido Akpalô (1971), de José Frazão, O anjo negro (1973), de José Umberto, entre muitos outros, inclusive os curtas e médias de Fernando Belens, Kabá, Edgard Navarro, Pola Ribeiro, Tuna Espinheira, Agnaldo Siri Azevedo, etc.

Antes da aventura no cinema, trabalhou como correspondente da Manchete em Roma e chegou a dirigir uma chanchada com Colé chamada Cangerê de meados dos anos 50.

Deixou também de sua autoria curtas preciosos como Magarefe(1971), que focaliza a crueldade da morte de bois e vacas, Pelourinho (1972), visão poética deste centro histórico que é um patrimônio da humanidade, e, quando se aventurou no Super 8, o resultado foi um filme com a qualidade daqueles na bitola 35mm: Gran Circo Internacional.

Presto aqui esta pequena homenagem ao grande homem e ao grande fotógrafo que foi Vito Diniz. A foto é de seu filho, Xico Diniz, e quem ma enviou foi Carlos Alberto Gaudenzi (Kabá), um amigo de Vito de todas as horas.

Clique na imagem para vê-la ampliada.

por André Setaro

Sala de Cinema

O projeto sala de cinema é um panorama do cinema nacional, de todos os tempos, com muitas entrevistas, de personagens do cinema contemporâneo, é um resgate da história de uma arte, que talvez tenha sido a mais prejudicada com o advento da ditadura militar, ficando num sono de hibernação entregue a um mar de mediocridades, sendo resgatado recentemente, por uma série de filmes produzidos logo após Carlota Joaquina de Carla Camurati, chegando ao ponto de termos filmes indicados inclusive ao Oscar.

Sala de Cinema

GLAUBER ROCHA

STUDIO DE TV VIRTUAL COM CAM REMOTE

EXCLUSIVE! NewTek TriCaster Mini Hands On

ALTA DEFINIÇÃO, HDV E FULL HD

1080p

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Comparação entre resoluções de vídeo

1080p Tecnicamente, é o nome abreviado de um tipo de resoluções de telas ou monitores. O número 1080 representa 1080 linhas de resolução vertical,1 enquanto a letra p denota uma varredura progressiva. É considerado um formato de HDTV. O uso do termo pressupõe geralmente um formato widescreen 16:9, o que implica uma resolução horizontal de 1920 pixels, equivalendo a uma resolução com 2 073 600 pixels no total. A freqüência em hertz de quadros por segundo pode deduzir-se pelo contexto ou ser especificada a seguir à letra p, por exemplo, 1080p30, significando 30 hertz.

A designação 1080p é também utilizada para descrever a capacidade de equipamentos de vídeo. O uso do termo 1080p e do diretamente relacionado 1080i em embalagens de produtos podem se referir a uma gama de capacidades. Por exemplo, um equipamento de vídeo qualificado como 1080p pode ter baixa resolução de imagem reformatada para exibição em alta resolução. A imagem resultante é diferente da gerada por um equipamento que gere realmente 1080p. Da mesma forma, um equipamento capaz de exibir 720p e 1080i pode não ter capacidade para exibir material em 1080p ou 1080i em resolução completa. É comum que este material tenha qualidade inferior à capacidade nativa do equipamento. O termo "capacidade nativa 1080p" é, por vezes, utilizado para se referir a equipamentos com capacidade de renderizar 1080p plenamente.


Padrões de produção

A indústria cinematográfica adotou 1080p24 como formato de masterização nas formas 24p e 24PsF (progressive segmented frame). Este pode ser o primeiro padrão universal de vídeo a transcender fronteiras continentais, algo anteriormente inexistente para filmes.2 Um novo formato de varredura progressiva não está disponível para criação de imagens, mas é desenvolvido atualmente para operar com 1080p à 50 ou 60 quadros por segundo.3 4 Este formato requererá toda uma nova gama de equipamentos de estúdio, incluindo câmeras e armazenagem, uma vez que a taxa de dados foi duplicada da atual 1080i de 50 ou 60 quadros por segundo de 1,485 Gbits/s para 3 Gbits/s. É incapaz de ser transmitido em uma transmissão comprimida em receptores HD baseados em MPEG-2.

Padrões de transmissão

O ATSC e o DVB suportam vídeo 1080p, mas apenas com uma taxa de 24, 25 e 30 quadros por segundo (1080p24, 1080p25 e 1080p30). Altas taxas como 1080p50 e 1080p60 só poderiam ser transmitidas com mais banda ou em um codec mais avançado (como H.264/MPEG-4 AVC. Estas altas taxas estão previstas para tornarem-se futuramente um padrão de transmissão.3

Transmissões

É um equívoco comum dizer que transmissões HDTV não podem ser feitas em 1080p. Nos Estados Unidos, o padrão ATSC permite vídeos em 1080p24 e 1080p30. Na prática, todas as maiores redes usam um formato de 60Hz em um MPEG-2 principal, quer seja 720p60, quer seja 1080i30. Mas isto apenas se refere ao processo de saída do MPEG-2 decodificado e não o próprio meio de codificação dos quadros.

Para materiais gerados a partir de 24 quadros por segundo (como um filme), o MPEG-2 permite que o vídeo seja codificado em 1080p24 independentemente do formato de saída final. Os quadros progressivamente codificados são, então, marcados com metadados instruindo um decodificador como realizar uma pulldown 3:2 para os entrelaçar. Embora a saída do processo de decodificação MPEG-2 de tais estações seja 1080i30, o conteúdo é, na verdade, codificado como 1080p24 e pode ser visto como tal. Ou seja, vinte e quatro quadros progressivamente codificados por segundo estão presentes no bitstream; é o decodificador que transforma-os em 60 campos entrelaçados por segundo.

Conteúdo para Internet

Embora não sejam tão comuns, há alguns conteúdos liberados em 1080p na Internet. Alguns exemplos notáveis podem ser vistos no Youtube, que oferece conteúdo em ambos formatos 720p e 1080p. Redes de compartilhamento tais como o BitTorrent também contém muitos filmes em 1080p, em sua maioria copiados de discos Blu-ray, HD DVD e fontes de transmissão. Estes são freqüentemente distribuídos em formatos MKV/WMV que podem ser facilmente reproduzidos com pacotes de codecs disponíveis gratuitamente na internet.

Televisores e projetores

Existe uma crescente seleção de televisões para consumo que suportam entrada e saída de 1080p. Desde 2005, são grandes os números de aparelhos que oferecem 1080p, incluindo aparelhos da JVC, Hewlett-Packard, Mitsubishi, Sony e Panasonic, entre outras. Em 2006 a Consumer Electronics Show apresentou a exibição de 1080p de mais fabricantes, disponíveis em diversas tecnologias.

Monitores de computador

Alguns monitores de computadores modernos widescreen de cristal líquido podem exibir nativamente conteúdo 1080p. Monitores WUXGA, por exemplo, suportam resolução de 1920×1200 podendo exibir pixel por pixel de uma reprodução em formato 1080p (1920×1080). Esta resolução é rara em laptops, embora alguns cuja tela seja de 13" ou mais a comportem. Muitos monitores de 23, 24 e 27 polegadas widescreen LCD usam 1920×1200 como sua resolução nativa. Muitos outros monitores LCD compatíveis com 1080p, por outro lado, não têm resolução 1920×1080 e, portanto, não podem exibir 1080p pixel por pixel. A saída é redimensionada; e embora não seja perceptível para o espectador, o que é visto é uma imagem ligeiramente degradada em relação à imagem original.

Monitores de tubo de raios catódicos (CRT) já são capazes de exibir 1080p (e excedentes). No entanto, uma vez que a maioria dos monitores têm uma taxa de ratio de 4:3, a imagem exibida ou tem de ser esticada verticalmente ou deixa ¼ da tela em branco. Muitos monitores CRT vão aceitar sinal de entrada de 1920×1080 a 60Hz, mesmo se suas especificações afirmem que sua resolução máxima seja de 1024×768 a 85Hz. Isto porque o circuito CRT apenas coloca limites quanto à combinação da resolução vertical e da taxa de repetição; portanto, uma taxa de repetição baixa permitirá uma resolução maior.

Consoles de videogame

Consoles de videogame como o WiiU da Nintendo, o PlayStation 3, da Sony, e o Xbox 360, da Microsoft, são capazes de renderizar complexos gráficos que utilizem plenamente resolução 1080p, podendo também exibir conteúdo 1080p que não sejam jogos.Todos os modelos de PlayStation 3 têm uma conexão HDMI, enquanto o Xbox 360 inclui a conexão em todas as suas versões fabricadas a partir de setembro de 2007

Transmissão
analógica

525 linhas: NTSCNTSC-JPAL-M 625 linhas: PALPAL-NPALplusSECAM

Multicanais de áudio: BTSC (MTS) • NICAM-728 • Zweiton (A2, IGR) • EIAJSAP

Sinais ocultos: Closed captionTeletextoCGMS-AGCRPDCVBIVEILVITCWSSXDS

Transmissão
digital

Entrelaçada: LDTV (240i, 288i, 1SEG) • SDTV (480i, 576i) • HDTV (720i, 1080i) Progressivo: LDTV (240p, 288p, 1SEG) • EDTV (480p, 576p) • HDTV (720p, 1080p)

Padrões de televisão digital (MPEG-2): ATSCDVBISDBDMB-T/H

Padrões de televisão digital (MPEG-4 AVC): DMB-T/HDVBISDB-TB/SBTVDISDB (1SEG)

Áudio multicanal: AC3 (5.1) • MusicamPCMLPCMAACSAPAudiodescrição

Sinais ocultos: Closed captionTeletexto • (CPCM/Broadcast flag) • AFDEPG

Cinema digital

UHDV (2540p, 4320p) • DCI

Questões técnicas

16:9MPEG transportConversão reversa de padrõesConversão de padrõesProcessamento de vídeoVODHDTV blurMiddleware

HDV X 4K

HDV X 4K
HDV X 4K

RESOLUÇÃO 4K, O QUE É ISSO?

Resolução 4k


A resolução 4K existe em televisão digital e cinema digital. O termo refere-se a 4K a resolução horizontal destes formatos, que são todos da ordem de 4.000 pixels.


Amostra de cinema 4K (4096 × 2304 pixels x), para visualizar na resolução total 4k, o arquivo precisa ser baixado e visualizado em um monitor de alta contagem de pixels.


http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png

16:9 resolutions in comparison


Resoluções

4K Ultra HD

4K UHD é uma resolução de 3840 × 2160 pixels pixels (8,3 megapixels) e é uma das duas resoluções da Televisão de ultra-alta definição, o ser outro 8K UHD, que é 7680 pixels × 4320 pixels (33,2 megapixels). Ambas se destinam a televisões de consumo. 4K UHD tem o dobro da resolução horizontal e vertical do formato 1080p HDTV, com quatro vezes mais pixels em geral.

Cinema digital

O Digital Cinema Initiatives estabeleceu um padrão de resolução de 4096 × 2160 (com proporção 256:135) para projeção de filmes 4K. Esta é a resolução nativa DCI compatível 4K projetor digital e monitores; pixels são cortadas a partir do topo ou dos lados, dependendo do formato do conteúdo que está sendo projetado. O DCI 4K padrão tem o dobro da resolução horizontal e vertical do DCI 2K, com quatro vezes mais pixels em geral.

4K filmes digitais podem ser produzidos, digitalizado ou armazenado em um certo número de outras resoluções dependendo de qual formato de armazenamento é utilizado.

Na produção profissional, conteúdo 4K/UltraHD é produzido a partir de alta qualidade de filme capturado por digitalizadores 8K (7680x4320 pixels) ou câmeras 8K de sensores (7680x4320 pels) ou 4K CGI (4096px X 2160px). (Conteúdo produzido a partir de câmeras digitais usando sensores "4K" (3840 x 2160 pel pels) não é considerado 4K-Digital-Film/UltraHD, mas 2K).

Vídeo Streaming(transmissão de vídeo)

YouTube permite uma resolução máxima de upload de 4096 × 3072 (12,6 megapixel). However, YouTube's web-based video player is limited to a maximum of only 2048 × 1536 (3.1 megapixels). 4K videos on YouTube can still be downloaded in their original resolution using a YouTube downloader.

Resolução dos formatos comuns

Formato

Resolução

Proporção

Pixels

4K Televisão de ultra-alta definição

3840 × 2160

1.78:1

8,294,400

Digital Cinema Initiatives 4k resolução nativa

4096 × 2160

1.90:1

8,847,360

DCI 4K (CinemaScope cortado)

4096 × 1714

2.39:1

7,020,544

DCI 4K (Widescreen)

3996 × 2160

1.85:1

8,631,360

Academy Ratio 4K (formato de armazenamento)

3656 × 2664

1.37:1

9,739,584

Fullscreen 4K (formato de armazenamento)

4096 × 3112

1.32:1

12,746,752


AVCHD, O QUE É ISSO?

AVCHD


AVCHD (sigla para a expressão em inglês Advanced Video Codec High Definition) ou Codec Avançado de Vídeo de Alta Definição é um novo formato de gravação de Alta Definição disponibilizado pela Sony e pela Panasonic, onde sua origem teve como base o Blu-ray, o melhor sistema de alta definição caseiro que existe atualmente, em formato de resolução 1080P Full-HD (tela de 1080 linhas por 1920 pixeis por linha). Pode ser usado em vários tipos de mídia, incluindo DVD de 8 cm (3") graváveis quando baixada sua definição, assim como em discos rígidos, SD e Cartão de Memória em todas as definições (variando de 480P, a 720P e 1080P). Mas sua principal definição, a que lhe deu reconhecimento, é a máximo 1080P, a melhor entre todos os sistemas de codificação existentes.

Como diz seu nome, AVCHD usa o codec de vídeo MPEG-4 AVC (H.264) ou o M2TS. O AVC tem a maior eficiência de compressão (quando comparado com o velho codec MPEG-2 usado em câmeras filmadoras HDV) permitindo que gravadores AVCHD capturem vídeo usando menos memória. A trilha sonora pode ser armazenada em PCM 7.1 linear sem compressão, ou comprimida em AC-3 5.1. Os dados de áudio e vídeo comprimidos são embutidos no MPEG-4 Transport stream, chamado de HDMV. Conseqüentemente, gravações AVCHD podem ser reproduzidas sem compressão na maioria dos novos tocadores de discos Blu-ray, como o Sony BDP-S1, DMP-BD10, e o PlayStation 3. A Sony diz que o formato tem um tempo total de armazenamento em um MiniDVD de aproximadamente 20 minutos de vídeo em alta definição usando bitrates "moderados". Para efeito de comparação, em 2008 os discos de 80mm gravam 30 minutos de definição padrão em modo de vídeo MPEG-2, já uma fita MiniDV pode gravar 60 minutos completos, seja de definição padrão DV, ou de vídeo em alta definição HDV.

Atualmente existem softwares que já conseguem editar arquivos AVCHD como o EDIUS 6, Nero 7 (Premium ou Ultra) e suas versões mais recentes (como o Nero 8, lançado no 2º semestre de 2007), a linha de softwares da Pinnacle, Studio 11, da Avid, o Avid Liquid e da MAGIX, o MAGIX Movie Edit Pro 14 PLUS, Adobe Premiere CS4 ou o Final Cut Pro. No entanto, o Nero está limitado no que oferece, já que o software é voltado a múltiplas áreas. Entretanto, oferecem uma alternativa para converter arquivos AVCHD em outros formatos populares, como MPEG e AVI. O maior problema ao editar esses arquivos é a necessidade absoluta de recursos que exigem no momento da edição. Uma vez que os programas migrarem para um sistema de operação 64-bits, editar AVCHD não será problema. Mas se a intenção é transformar AVCHD em formato AVI, o sistema mais popular para video no mundo todo, onde quase todos os players o executam, há poucas opções para tal codificação. Na verdade pouquíssimos players conseguem executar o AVCHD, entre eles as mais novas versões do Windows Media Player. Dentre os poucos softwares codificadores, estão o gratuito Any Video Converter, porém ele não o consegue fazer só. Precisa-se antes de um pré-codificador, pago, da Apecsoft, chamado de "Avchd M2ts to Avi converter". O processo é muito demorado onde antes deve-se fazer essa conversão para o Avi, em ate 1080P e depois numa nova conversão desse Avi, para o mesmo Avi outra vez, pelo Any Video Converter, dai a se precisar de um Pc-notebook muito veloz. Sem essas duas codificações, o video não roda no player direito, travando e pulando/saltando a imagem. É por isso que quem for comprar uma dessas novas cameras fotográfica da Sony que filmam em HD, precisará desses softwares se quiser assisitir bem seus filmes numa TV LCD ou no computador nos formatos 720P ou 1080P, apesar delas filmarem também em MP4.

Obs. Praticamente todos os programas de edição trabalham com o AVCHD, e aqui vai uma lista: ADOBE PREMIERE CS4, CS5 E CS6; SONY VEGAS, STUDIO 16, EDIUS.

A GARMÁTICA DO AUDIVISUAL

O desenvolvimento da linguagem visual, começa com as pinturas rupestres passa pelo renascimento, se fortalece com a fotografia e encontra o seu ápice no cinema, onde som e imagem se fundem iniciando um novo paríodo estético.


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LINGUAGEM DO CINEMA MPP

LINGUAGEM - PLANO GERAL

LINGUAGEM DO CINEMA - PONTES

PLANO AMERICANO

LINGUAGEM DO CINEMA - PM

A MAGIA DA IMAGEM

Você já teve curiosidade de saber como funcionam os equipamentos de vídeo? A série da BBC de Londres A magia da imagem explica. Das primeiras experiências de transmissão de imagens com varredura mecânica até os sistemas digitais. Confira nos vídeos abaixo.

A MAGIA DA IMAGEM PARTE1

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 2

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 3

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 4

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 5

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 6

terça-feira, 24 de agosto de 2010

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