Estação video

Estação video
A Empresa

Marshall McLuhan

Marshall McLuhan
Marshall McLuhan

Jocivaldo Almeida

Jocivaldo Almeida
Jocivaldo Almeida

EVOLUÇÃO DA LINGUAGEM

EVOLUÇÃO DA LINGUAGEM
EVOLUÇÃO

Quadruplex

Quadruplex
Quadruplex

Gravação quadruplex

Gravação quadruplex
Gravação quadruplex

Ilha u-matic

Ilha u-matic
Ilha u-matic

Quadruplex x u-matic

Quadruplex x u-matic
Quadruplex x u-matic

Camera u-matic

Camera u-matic
Camera u-matic

S-VHS

S-VHS
S-VHS

CAMCORDERS

CAMCORDERS
CAMCORDERS

BETACAM

BETACAM
BETACAM

BETACAM 1

BETACAM 1
BETACAM 1

Superformatos

Superformatos
Superformatos

HI-8mm na guerra

HI-8mm na guerra
HI-8mm na guerra

DEFINIÇÃO E RESOLUÇÃO

DEFINIÇÃO E RESOLUÇÃO
DEFINIÇÃO E RESOLUÇÃO

CLASSIFICAÇÃO DE FORMATOS ANALÓGICOS

CLASSIFICAÇÃO DE FORMATOS ANALÓGICOS
CLASSIFICAÇÃO DE FORMATOS ANALÓGICOS

FORMATOS ANALÓGICOS

FORMATOS ANALÓGICOS
FORMATOS ANALÓGICOS

A BRIGA DOS DOMÉSTICOS

A BRIGA DOS DOMÉSTICOS
A BRIGA DOS DOMÉSTICOS

MOVIOLA

MOVIOLA
MOVIOLA

ILHA BETACAM

ILHA BETACAM
ILHA BETACAM

ILHA LINEAR S-VHS

ILHA LINEAR S-VHS
ILHA LINEAR S-VHS

A ERA DIGITAL

A ERA DIGITAL
A ERA DIGITAL

Edição não linear

Edição não linear
Edição não linear

RT 2000

RT 2000
RT 2000

Estação não linear

Estação não linear
Estação não linear

MACINTOSH

MACINTOSH
MACINTOSH

AVID

AVID
AVID

STUDIO 17

STUDIO 17
STUDIO 17

PRODUÇÃO DE INSTITUCIONAL

PRODUÇÃO DE INSTITUCIONAL
JOCIVALDO ALMEIDA

PRODUÇÃO DE INSTITUCIONAL

PRODUÇÃO DE INSTITUCIONAL
JOCIVALDO ALMEIDA

GIGABYTE

GIGABYTE 1

Filmagem das plataformas p59 e p60

Filmagem das plataformas p59 e p60
JOCIVALDO ALMEIDA

Plataformas p59 e p60

Plataformas p59 e p60
JOCIVALDO ALMEIDA

NAB 2017

NAB 2017

NAB 2017

VIRTUAL STUDIO

LANÇAMENTOS

BlackMagic URSA Mini Pro p1

BlackMagic Ursa Mini Pro p2

lançamento

lançamento

lançamento

lançamento

novidades

TEMP DE COR

TEMP DE COR
TEMP DE COR

Temperatura de cor

O processo de filmagem depende da luz, a luz é uma onda eletromagnética
que se difunde até mesmo no vacuo sob forma de pacotes chamados quanta,
cada luz carrega um comprimento de onda e é esse comprimento de onda
que dá cor a luz. A luz que possui um comprimento de onda menor é azul
e possuem temperatura de cor mais alta acima de 5.600K
(cinco mil e seiscentos graus Kelvin)
e as que tem um comprimento menor são amareladas com temperatura de cor
em torno de 3.200K (três mil e duzentos graus Kelvin).
O instrumento usado para medir a temperatura de cor da luz é o Kelvinômetro.
Hoje a iluminação está migrando das antigas lâmpadas de filamento
(Luz quente e amarela) que consomem mais energia para os LEDs,
diodos emissores de luz, que consomem muito menos e tem maior
temperatura de cor (Luz fria e azulada). A luz fria está substituindo
os antigos refletores de estúdio e os mais práticos colocados em cima da câmera.

ARLIDO MACHADO TV

O início da produção de clipes na globo para o fantástico

Neste video Nilton Travesso fala sobre a produção do primeiro vídeo clipe feito especialmente para ser exibido no fantástico, depois desse clipe, muitos outros foram produzidos pela globo e exibidos no fantástico.
Ney Matogrosso deu um show de interpretação, o fato de Ney aparecer cantando em vários planos, de diferentes ângulos, que era novidade na época, o sincronismo da voz com o som da trilha, que era feito com dublagem no cinema, foi feito de maneira experimental em vídeo e deu certo.
Outro ponto a ser destacado é o cenário natural, fora dos estúdios, e o personagem criado pelo cantor com suas vestes e a interpretação desse personagem.
Antes desse clipe, os clipes feitos em vídeo, eram gravados , geralmente em estúdios, gravando uma apresentação ao vivo e misturando com cenas externas. O cantor não aparecia nessas cenas externas cantando, pois era muito dificiu conseguir o sincronismo labial sem um som guia, pois não se tinha em equipamento para fazer isso, até a invenção da corneta de Nilton Travesso.

NILTON TRAVESSO

AMÉRICA DO SUL

FERNANDO MEIRELLES

TADEU JUNGLE

Jean-Claude Bernardet

SILVIO DESABAFA

BONI X ARTISTAS

BONI

Sala de Cinema

O projeto sala de cinema é um panorama do cinema nacional, de todos os tempos, com muitas entrevistas, de personagens do cinema contemporâneo, é um resgate da história de uma arte, que talvez tenha sido a mais prejudicada com o advento da ditadura militar, ficando num sono de hibernação entregue a um mar de mediocridades, sendo resgatado recentemente, por uma série de filmes produzidos logo após Carlota Joaquina de Carla Camurati, chegando ao ponto de termos filmes indicados inclusive ao Oscar.

Sala de Cinema

GLAUBER ROCHA

ETAPAS DA PRODUÇÃO DE UM FILME - A PRÉ-PRODUÇÃO

A produção de um filme ou vídeo é dividida em três etapas.

Pré-produção: Planejamento, pesquisa, elaboração de argumento e roteiro.

Produção: A filmagem.

Pós-produção: Edição e finalização.

A PRÉ-PRODUÇÃO

Quanto mais tempo se planeja um filme, menos tempo se leva nas fazes de filmagem e edição.

O filme parte geralmente de uma história criada por algum componente da equipe de pré-produção ou pode ser fruto de uma adaptação de um livro, conto, poema e etc. O importante é que a história possa ser visualizada, ou seja, uma história com ação e que fique clara para quem vai assistir, muitas vezes o material escrito é muito bom mas a história não funciona, o texto é literal, mas não é visual.

Resolvido essa crise de identidade entre visual e literal, o próximo passo é fazer o argumento, uma espécie de pré-roteiro, a história é contada de forma resumida, mas com começo meio e fim bem definidos. A elaboração do roteiro exige um pouco mais da equipe, um roteiro para ser assistido deve prender a atenção do telespectador nos mínimos detalhes, o conteúdo a fotografia, os planos de enquadramento e movimentos de câmera, cada detalhe, inclusive os subiliminares devem ser pensados de maneira a dar mais consistência a história a ser contada.

O roteiro não precisa necessariamente ter todas as informações citadas, mas devem ser previstas e discutidas pela equipe. No caso de planos ou movimentos mais audaciosos é prudente desenhar um, historybord, ao lado da descrição da cena, se faz o desenho de como vai ser filmada para fixar melhor o plano e não dispersar a direção na hora da filmagem. É muito importante que o diretor saiba exatamente o que vai fazer na hora das tomadas, um diretor que ainda não assimilou o roteiro vai fazer um outro filme e não o que foi escrito pela equipe de pré-produção, alias esse é o grande dilema das novelas, o diretor nunca faz exatamente a novela de quem escreveu.

A produção


PRODUÇÃO:
A produção é a etapa de filmagem
do roteiro, a filmagem deve ser precedida de um roteiro especifico, chamado de
roteiro de produção, que é muito utilizado em novelas e filmes para otimizar a
logística das gravações. As vezes as cenas do inicio e do fim de uma novela ou
filme acontece num mesmo local, então nesse caso não se pode esperar para
gravar na mesma locação duas vezes, grava-se as cenas do início e do final no
mesmo local aproveitando a viagem. Além do roteiro de produção é preciso montar
a equipe de filmagem, e fazer o orçamento da produção, saber quais serão os
equipamentos utilizados, técnicos, atores, hoteis, alimentação, viagens e etc, todo
esse trabalho é realizado pela equipe de produção e o coordenador de produção é
quem fica a frente desse processo.
Equipe de filmagem.
Produtor - Fica responsável pela
logística da produção.
Câmera - Opera a filmadora, faz
os movimentos de câmera, o enquadramento sugerido pelo diretor do filme, faz o
ajuste da câmera.
Assistente de câmera - As vezes é
necessário mais de um assistente, ele monta e desmonta a câmera, tripés, é responsável
pelas fitas, mídias ou filmes e deve estar sempre atento as orientações do
cinegrafista.
Iluminador - É responsável pela
iluminação da cena, ele monta o sete de iluminação, colocando os refletores, rebatedores, difusores e os filtros de correção
para equilibrar as fontes de luz.
Obs. Tanto o iluminador como o
operador de câmera trabalham sob a direção e orientação do diretor de
fotografia.
Diretor de fotografia - É o profissional
que cuida da luz, elemento fundamental para filmagem, além de transmitir o
clima da cena, ele cuida do controle da intensidade e temperatura de cor da
luz, cuida também de elementos artísticos da cena, da estética visual do filme,
da continuidade fotográfica entre os planos e cenas.
Técnico de som - Controla a
captação de áudio nas filmagens, e para isso tem que montar os microfones os
gravadores externos.
Diretor - Esse profissional está
presente em todas as etapas da produção de um filme, ele que orienta os
enquadramentos, a fotografia, os movimentos de câmera, também dirige os atores
e todo o trabalho no sete de filmagem e em todas as etapas da produção e é
responsável pela continuidade do filme.
Maquinista de produção - É o
responsável pela montagem do dolly, da grua, do carrinho e dos trilhos, ajuda
na montagem dos equipamentos de iluminação, é o primeiro a chegar no set e o
ultimo a sair.
Eletricista - Cuida do
fornecimento de energia para a locação, alimenta todos os equipamentos do set
de filmagem através de uma rede de energia local ou de um gerador alugado para
a locação.
Maquiador - É indispensável em
filme com atores.
Técnico de efeitos especiais - Deve estar presente em produções onde existem
acontecimentos como acidentes, explosões, fogo, chuva, toda simulação de
acontecimentos naturais.
Cenógrafo - monta todo o cenário
da filmagem, e é responsável pelos objetos de cena.
Figurinista - Todas as roupas e acessórios
dos atores são de responsabilidade desse profissional.
Continuista - É como o nome está
dizendo, é o responsável pela continuidade das cenas do filme, essa função as
vezes fica sob a responsabilidade do assistente de direção.

Continuidade


CONTINUIDADE.

A continuidade de um filme é a harmonia que deve acontecer entre as cenas, a harmonia na iluminação das cenas, no áudio, nos movimentos da câmera, na posição dos atores, no cenário, nas roupas dos atores, nos figurantes nos objetos de cena, na montagem do filme.

O filme deve mostrar uma história que vai se desenrolando passo a passo sem quebrar a harmonia na imagem ou no som, o telespectador deve estar o tempo todo na expectativa do desenrolar dos fatos sendo conduzido pelos planos, cenas e sequencias, não podem acontecer movimentos bruscos entre as cenas e a harmonia não pode ser quebrada por falhas no áudio, na fotografia, na posição dos atores, no movimento e no olhar dos atores que deve obedecer a posição do eixo de ação , pois se isso acontecer haverá um desligamento do telespectador em relação a história.

CONTINUIDADE

CONTINUIDADE
CONTINUIDADE

EIXO DE ACAO

EIXO DE ACAO
EIXO DE ACAO

EIXO DE ACAO

EIXO DE ACAO
EIXO DE ACAO

POR DENTRO DE OBLIVION

POR DENTRO DE GRAVITY

STUDIO DE TV VIRTUAL COM CAM REMOTE

EXCLUSIVE! NewTek TriCaster Mini Hands On

ALTA DEFINIÇÃO, HDV E FULL HD

1080p

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Comparação entre resoluções de vídeo

1080p Tecnicamente, é o nome abreviado de um tipo de resoluções de telas ou monitores. O número 1080 representa 1080 linhas de resolução vertical,1 enquanto a letra p denota uma varredura progressiva. É considerado um formato de HDTV. O uso do termo pressupõe geralmente um formato widescreen 16:9, o que implica uma resolução horizontal de 1920 pixels, equivalendo a uma resolução com 2 073 600 pixels no total. A freqüência em hertz de quadros por segundo pode deduzir-se pelo contexto ou ser especificada a seguir à letra p, por exemplo, 1080p30, significando 30 hertz.

A designação 1080p é também utilizada para descrever a capacidade de equipamentos de vídeo. O uso do termo 1080p e do diretamente relacionado 1080i em embalagens de produtos podem se referir a uma gama de capacidades. Por exemplo, um equipamento de vídeo qualificado como 1080p pode ter baixa resolução de imagem reformatada para exibição em alta resolução. A imagem resultante é diferente da gerada por um equipamento que gere realmente 1080p. Da mesma forma, um equipamento capaz de exibir 720p e 1080i pode não ter capacidade para exibir material em 1080p ou 1080i em resolução completa. É comum que este material tenha qualidade inferior à capacidade nativa do equipamento. O termo "capacidade nativa 1080p" é, por vezes, utilizado para se referir a equipamentos com capacidade de renderizar 1080p plenamente.


Padrões de produção

A indústria cinematográfica adotou 1080p24 como formato de masterização nas formas 24p e 24PsF (progressive segmented frame). Este pode ser o primeiro padrão universal de vídeo a transcender fronteiras continentais, algo anteriormente inexistente para filmes.2 Um novo formato de varredura progressiva não está disponível para criação de imagens, mas é desenvolvido atualmente para operar com 1080p à 50 ou 60 quadros por segundo.3 4 Este formato requererá toda uma nova gama de equipamentos de estúdio, incluindo câmeras e armazenagem, uma vez que a taxa de dados foi duplicada da atual 1080i de 50 ou 60 quadros por segundo de 1,485 Gbits/s para 3 Gbits/s. É incapaz de ser transmitido em uma transmissão comprimida em receptores HD baseados em MPEG-2.

Padrões de transmissão

O ATSC e o DVB suportam vídeo 1080p, mas apenas com uma taxa de 24, 25 e 30 quadros por segundo (1080p24, 1080p25 e 1080p30). Altas taxas como 1080p50 e 1080p60 só poderiam ser transmitidas com mais banda ou em um codec mais avançado (como H.264/MPEG-4 AVC. Estas altas taxas estão previstas para tornarem-se futuramente um padrão de transmissão.3

Transmissões

É um equívoco comum dizer que transmissões HDTV não podem ser feitas em 1080p. Nos Estados Unidos, o padrão ATSC permite vídeos em 1080p24 e 1080p30. Na prática, todas as maiores redes usam um formato de 60Hz em um MPEG-2 principal, quer seja 720p60, quer seja 1080i30. Mas isto apenas se refere ao processo de saída do MPEG-2 decodificado e não o próprio meio de codificação dos quadros.

Para materiais gerados a partir de 24 quadros por segundo (como um filme), o MPEG-2 permite que o vídeo seja codificado em 1080p24 independentemente do formato de saída final. Os quadros progressivamente codificados são, então, marcados com metadados instruindo um decodificador como realizar uma pulldown 3:2 para os entrelaçar. Embora a saída do processo de decodificação MPEG-2 de tais estações seja 1080i30, o conteúdo é, na verdade, codificado como 1080p24 e pode ser visto como tal. Ou seja, vinte e quatro quadros progressivamente codificados por segundo estão presentes no bitstream; é o decodificador que transforma-os em 60 campos entrelaçados por segundo.

Conteúdo para Internet

Embora não sejam tão comuns, há alguns conteúdos liberados em 1080p na Internet. Alguns exemplos notáveis podem ser vistos no Youtube, que oferece conteúdo em ambos formatos 720p e 1080p. Redes de compartilhamento tais como o BitTorrent também contém muitos filmes em 1080p, em sua maioria copiados de discos Blu-ray, HD DVD e fontes de transmissão. Estes são freqüentemente distribuídos em formatos MKV/WMV que podem ser facilmente reproduzidos com pacotes de codecs disponíveis gratuitamente na internet.

Televisores e projetores

Existe uma crescente seleção de televisões para consumo que suportam entrada e saída de 1080p. Desde 2005, são grandes os números de aparelhos que oferecem 1080p, incluindo aparelhos da JVC, Hewlett-Packard, Mitsubishi, Sony e Panasonic, entre outras. Em 2006 a Consumer Electronics Show apresentou a exibição de 1080p de mais fabricantes, disponíveis em diversas tecnologias.

Monitores de computador

Alguns monitores de computadores modernos widescreen de cristal líquido podem exibir nativamente conteúdo 1080p. Monitores WUXGA, por exemplo, suportam resolução de 1920×1200 podendo exibir pixel por pixel de uma reprodução em formato 1080p (1920×1080). Esta resolução é rara em laptops, embora alguns cuja tela seja de 13" ou mais a comportem. Muitos monitores de 23, 24 e 27 polegadas widescreen LCD usam 1920×1200 como sua resolução nativa. Muitos outros monitores LCD compatíveis com 1080p, por outro lado, não têm resolução 1920×1080 e, portanto, não podem exibir 1080p pixel por pixel. A saída é redimensionada; e embora não seja perceptível para o espectador, o que é visto é uma imagem ligeiramente degradada em relação à imagem original.

Monitores de tubo de raios catódicos (CRT) já são capazes de exibir 1080p (e excedentes). No entanto, uma vez que a maioria dos monitores têm uma taxa de ratio de 4:3, a imagem exibida ou tem de ser esticada verticalmente ou deixa ¼ da tela em branco. Muitos monitores CRT vão aceitar sinal de entrada de 1920×1080 a 60Hz, mesmo se suas especificações afirmem que sua resolução máxima seja de 1024×768 a 85Hz. Isto porque o circuito CRT apenas coloca limites quanto à combinação da resolução vertical e da taxa de repetição; portanto, uma taxa de repetição baixa permitirá uma resolução maior.

Consoles de videogame

Consoles de videogame como o WiiU da Nintendo, o PlayStation 3, da Sony, e o Xbox 360, da Microsoft, são capazes de renderizar complexos gráficos que utilizem plenamente resolução 1080p, podendo também exibir conteúdo 1080p que não sejam jogos.Todos os modelos de PlayStation 3 têm uma conexão HDMI, enquanto o Xbox 360 inclui a conexão em todas as suas versões fabricadas a partir de setembro de 2007

Transmissão
analógica

525 linhas: NTSCNTSC-JPAL-M 625 linhas: PALPAL-NPALplusSECAM

Multicanais de áudio: BTSC (MTS) • NICAM-728 • Zweiton (A2, IGR) • EIAJSAP

Sinais ocultos: Closed captionTeletextoCGMS-AGCRPDCVBIVEILVITCWSSXDS

Transmissão
digital

Entrelaçada: LDTV (240i, 288i, 1SEG) • SDTV (480i, 576i) • HDTV (720i, 1080i) Progressivo: LDTV (240p, 288p, 1SEG) • EDTV (480p, 576p) • HDTV (720p, 1080p)

Padrões de televisão digital (MPEG-2): ATSCDVBISDBDMB-T/H

Padrões de televisão digital (MPEG-4 AVC): DMB-T/HDVBISDB-TB/SBTVDISDB (1SEG)

Áudio multicanal: AC3 (5.1) • MusicamPCMLPCMAACSAPAudiodescrição

Sinais ocultos: Closed captionTeletexto • (CPCM/Broadcast flag) • AFDEPG

Cinema digital

UHDV (2540p, 4320p) • DCI

Questões técnicas

16:9MPEG transportConversão reversa de padrõesConversão de padrõesProcessamento de vídeoVODHDTV blurMiddleware

HDV X 4K

HDV X 4K
HDV X 4K

RESOLUÇÃO 4K, O QUE É ISSO?

Resolução 4k


A resolução 4K existe em televisão digital e cinema digital. O termo refere-se a 4K a resolução horizontal destes formatos, que são todos da ordem de 4.000 pixels.


Amostra de cinema 4K (4096 × 2304 pixels x), para visualizar na resolução total 4k, o arquivo precisa ser baixado e visualizado em um monitor de alta contagem de pixels.


http://bits.wikimedia.org/static-1.22wmf2/skins/common/images/magnify-clip.png

16:9 resolutions in comparison


Resoluções

4K Ultra HD

4K UHD é uma resolução de 3840 × 2160 pixels pixels (8,3 megapixels) e é uma das duas resoluções da Televisão de ultra-alta definição, o ser outro 8K UHD, que é 7680 pixels × 4320 pixels (33,2 megapixels). Ambas se destinam a televisões de consumo. 4K UHD tem o dobro da resolução horizontal e vertical do formato 1080p HDTV, com quatro vezes mais pixels em geral.

Cinema digital

O Digital Cinema Initiatives estabeleceu um padrão de resolução de 4096 × 2160 (com proporção 256:135) para projeção de filmes 4K. Esta é a resolução nativa DCI compatível 4K projetor digital e monitores; pixels são cortadas a partir do topo ou dos lados, dependendo do formato do conteúdo que está sendo projetado. O DCI 4K padrão tem o dobro da resolução horizontal e vertical do DCI 2K, com quatro vezes mais pixels em geral.

4K filmes digitais podem ser produzidos, digitalizado ou armazenado em um certo número de outras resoluções dependendo de qual formato de armazenamento é utilizado.

Na produção profissional, conteúdo 4K/UltraHD é produzido a partir de alta qualidade de filme capturado por digitalizadores 8K (7680x4320 pixels) ou câmeras 8K de sensores (7680x4320 pels) ou 4K CGI (4096px X 2160px). (Conteúdo produzido a partir de câmeras digitais usando sensores "4K" (3840 x 2160 pel pels) não é considerado 4K-Digital-Film/UltraHD, mas 2K).

Vídeo Streaming(transmissão de vídeo)

YouTube permite uma resolução máxima de upload de 4096 × 3072 (12,6 megapixel). However, YouTube's web-based video player is limited to a maximum of only 2048 × 1536 (3.1 megapixels). 4K videos on YouTube can still be downloaded in their original resolution using a YouTube downloader.

Resolução dos formatos comuns

Formato

Resolução

Proporção

Pixels

4K Televisão de ultra-alta definição

3840 × 2160

1.78:1

8,294,400

Digital Cinema Initiatives 4k resolução nativa

4096 × 2160

1.90:1

8,847,360

DCI 4K (CinemaScope cortado)

4096 × 1714

2.39:1

7,020,544

DCI 4K (Widescreen)

3996 × 2160

1.85:1

8,631,360

Academy Ratio 4K (formato de armazenamento)

3656 × 2664

1.37:1

9,739,584

Fullscreen 4K (formato de armazenamento)

4096 × 3112

1.32:1

12,746,752


AVCHD, O QUE É ISSO?

AVCHD


AVCHD (sigla para a expressão em inglês Advanced Video Codec High Definition) ou Codec Avançado de Vídeo de Alta Definição é um novo formato de gravação de Alta Definição disponibilizado pela Sony e pela Panasonic, onde sua origem teve como base o Blu-ray, o melhor sistema de alta definição caseiro que existe atualmente, em formato de resolução 1080P Full-HD (tela de 1080 linhas por 1920 pixeis por linha). Pode ser usado em vários tipos de mídia, incluindo DVD de 8 cm (3") graváveis quando baixada sua definição, assim como em discos rígidos, SD e Cartão de Memória em todas as definições (variando de 480P, a 720P e 1080P). Mas sua principal definição, a que lhe deu reconhecimento, é a máximo 1080P, a melhor entre todos os sistemas de codificação existentes.

Como diz seu nome, AVCHD usa o codec de vídeo MPEG-4 AVC (H.264) ou o M2TS. O AVC tem a maior eficiência de compressão (quando comparado com o velho codec MPEG-2 usado em câmeras filmadoras HDV) permitindo que gravadores AVCHD capturem vídeo usando menos memória. A trilha sonora pode ser armazenada em PCM 7.1 linear sem compressão, ou comprimida em AC-3 5.1. Os dados de áudio e vídeo comprimidos são embutidos no MPEG-4 Transport stream, chamado de HDMV. Conseqüentemente, gravações AVCHD podem ser reproduzidas sem compressão na maioria dos novos tocadores de discos Blu-ray, como o Sony BDP-S1, DMP-BD10, e o PlayStation 3. A Sony diz que o formato tem um tempo total de armazenamento em um MiniDVD de aproximadamente 20 minutos de vídeo em alta definição usando bitrates "moderados". Para efeito de comparação, em 2008 os discos de 80mm gravam 30 minutos de definição padrão em modo de vídeo MPEG-2, já uma fita MiniDV pode gravar 60 minutos completos, seja de definição padrão DV, ou de vídeo em alta definição HDV.

Atualmente existem softwares que já conseguem editar arquivos AVCHD como o EDIUS 6, Nero 7 (Premium ou Ultra) e suas versões mais recentes (como o Nero 8, lançado no 2º semestre de 2007), a linha de softwares da Pinnacle, Studio 11, da Avid, o Avid Liquid e da MAGIX, o MAGIX Movie Edit Pro 14 PLUS, Adobe Premiere CS4 ou o Final Cut Pro. No entanto, o Nero está limitado no que oferece, já que o software é voltado a múltiplas áreas. Entretanto, oferecem uma alternativa para converter arquivos AVCHD em outros formatos populares, como MPEG e AVI. O maior problema ao editar esses arquivos é a necessidade absoluta de recursos que exigem no momento da edição. Uma vez que os programas migrarem para um sistema de operação 64-bits, editar AVCHD não será problema. Mas se a intenção é transformar AVCHD em formato AVI, o sistema mais popular para video no mundo todo, onde quase todos os players o executam, há poucas opções para tal codificação. Na verdade pouquíssimos players conseguem executar o AVCHD, entre eles as mais novas versões do Windows Media Player. Dentre os poucos softwares codificadores, estão o gratuito Any Video Converter, porém ele não o consegue fazer só. Precisa-se antes de um pré-codificador, pago, da Apecsoft, chamado de "Avchd M2ts to Avi converter". O processo é muito demorado onde antes deve-se fazer essa conversão para o Avi, em ate 1080P e depois numa nova conversão desse Avi, para o mesmo Avi outra vez, pelo Any Video Converter, dai a se precisar de um Pc-notebook muito veloz. Sem essas duas codificações, o video não roda no player direito, travando e pulando/saltando a imagem. É por isso que quem for comprar uma dessas novas cameras fotográfica da Sony que filmam em HD, precisará desses softwares se quiser assisitir bem seus filmes numa TV LCD ou no computador nos formatos 720P ou 1080P, apesar delas filmarem também em MP4.

Obs. Praticamente todos os programas de edição trabalham com o AVCHD, e aqui vai uma lista: ADOBE PREMIERE CS4, CS5 E CS6; SONY VEGAS, STUDIO 16, EDIUS.

Regra dos terços

Regra dos terços

Regra dos Terços

A arte está presente na vida, a arte é como o ar que se respira.

Quando falamos de filmagem, geralmente nos referimos aos detalhes

técnicos da imagem, mas o grande barato da nossa profissão

é unir arte e tecnologia. Há alguns anos atrás existia poucos

recursos e muita criatividade, hoje os recursos são infinitos

mas parece que a criatividade está em baixa, nunca se teve

tanto para fazer tão pouco. A direção de fotografia evoluiu

e também criou com isso algumas regras, entre elas a regra

dos terços.

A regra dos terços considera que uma imagem na tela é cortada

por duas linhas uma no terço inferior da tela e outra no terço

superior existe também os terços laterais, mas no caso apresentado

pela foto do por do sol, falamos dos terços horizontais.

Quando se quer valorizar o céu e colocar o horizonte em silhueta

usamos o terço inferior, quando queremos valorizar o horizonte

e o que está abaixo dele, usamos o terço supeior, exite a possibilidade

de colocar a linha do horizonte no meio e ter um efeito parecido

com o terço inferior.

Agora pegue sua câmera e vá a luta.

A GARMÁTICA DO AUDIVISUAL

O desenvolvimento da linguagem visual, começa com as pinturas rupestres passa pelo renascimento, se fortalece com a fotografia e encontra o seu ápice no cinema, onde som e imagem se fundem iniciando um novo paríodo estético.


CLOSE-UP

LINGUAGEM DO CINEMA MPP

LINGUAGEM - PLANO GERAL

LINGUAGEM DO CINEMA - PONTES

PLANO AMERICANO

LINGUAGEM DO CINEMA - PM

COMO SURGIU O TECNO

Kraftwerk (pronúncia em alemão: [ˈkʀaftvɛɐk], usina de energia) é um influente grupo musical alemão de música eletrônica. O grupo foi formado por Ralf Hütter e Florian Schneider em 1970, em Düsseldorf e liderado por ambos até a saída de Schneider, em 2008. A formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos.

Considerado por alguns como tão influentes quanto os Beatles por sua participação na música popular da segunda metade do século XX , as técnicas introduzidas e os equipamentos desenvolvidos pelo Kraftwerk são lugar-comum na músical atual e o grupo é geralmente tido como precursor de toda a dance music moderna de modo geral . Suas letras, por vezes cantadas através de um vocoder ou geradas sinteticamente, ainda que minimalistas, geralmente lidam com temas relacionados à vida urbana e à tecnologia pós-guerra.

KRAFTWERK

THE TELEFONE CALL

TRANS EUROPE EXPRESS - NEO EXPRESSIONISMO

Videoarte

Videoarte

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A videoarte (PB), ou vídeo arte (PE) é uma forma de expressão artística que utiliza a tecnologia do Video em artes visuais. Desde dos anos 1960, a videoarte está associada a correntes de vanguarda.

Alguns dos principais representantes deste tipo de arte são Nam June Paik, Wolf Vostell, Joseph Beuys,Bill Viola.

História

Como meio de forte comunicabilidade crítica, a videoarte se torna uma via fecunda para a discussão de aspectos comunicativos urbanos, possibilitando uma reflexão dialética entre as várias formas de mídias, no sentindo de seu bom e mal uso, e de suas intenções serem informativas ou capciosas, sejam elas publicitárias, jornalísticas ou artístico-culturais. Alguns dos primeiros videoartistas trouxeram a proposta de se utilizar o experimentalismo da videoarte na televisão, o que propiciaria uma maior identidade visual para a informação a ser transmitida além de passagens menos mecânicas e cansativas. O vídeo, em seus primeiros anos (quando se tornou acessível ao público em geral), tem um caráter de contestação até de suas próprias ferramentas de suporte: ele se auto-critica para se auto-fomentar. A idéia de não necessitar de um museu para se apresentar uma obra foi algo que a videoarte ajudou a construir junto com as outras artes que compartilhavam da idéia conceitualista de Arte-vida, a arte ocorre no dia-a-dia nas ruas, em volta de todos nós, aqui confirmado por Cristina Freire: “A preponderância da idéia, a transitoriedade dos meios e a precariedade dos materiais utilizados, a atitude crítica frente às instituições, notadamente o museu, assim como formas alternativas de circulação das propostas artísticas, em especial durante a década de 1970, são algumas de suas estratégias [da arte conceitual]” [1].

Década de 60

No início da década de 1960, Wolf Vostell é pioneiro e figura fundamental da Videoarte com o seu video "Sun in your head", [2] de 1963 é também com a sua instalações "6 TV De-coll/age"[3] de 1963.

Ela explodiu em exposições a partir de 1968 por todo o mundo, vindo inicialmente como uma alternativa para artistas plásticos de experimentar novos meios em suas obras. Diferente do vídeo experimental, que procura criar uma história que possua a linguagem cinematográfica de enredo, ou sua estrutura temporal, a videoarte decide apresentar sensações que representam uma idéia por completo, um resumo sintético do que se quer passar, não importando o tempo, qualidade de imagem ou enredo e personagens (que é tudo utilizado a favor da idéia). E também difere-se dos cinemas por não compartilhar especificamente da perspectiva de exibição em salas escuras com cadeiras dedicadas a um posicionamento confortável. Artistas iniciais como Nam June Paik e Vito Acconti demonstravam que em uma sociedade tecnocrática, a maior crítica é a da recusa sistemática de submissão à lógica dos instrumentos de trabalho. Lembrando que na década de 1960, o auge tecnológico era a televisão: “Diretores do início para o meio dos anos 60 começaram a usar a tecnologia de vídeo por seu potencial gráfico artístico e para simular a experiência de ‘tempo real’ da televisão’” [4].

“Na primeira época, era o ‘tempo real’ que interessava os artistas: vídeo, não-processado e não-editado, podia capturar o tempo como era experienciado, logo aqui e agora, internamente ou externamente.” [5]. Essa tendência veio de um conjunto de referências passadas, como o minimalismo, arte abstrata, pop, fotográfica, sempre unida às novas tecnologias. Depois houve uma nova tendência (quase profética, se pensarmos em webcams, que, aliás, também já foram utilizadas pela videoarte) à auto-gravação da pessoa do artista, trazendo situações performáticas, por vezes ironizando se o depoimento perante a câmera realmente precisa ter conteúdo, captando diálogos em tempo real, forçando ao máximo o estupor que seria o ‘tempo real’ na ‘tela virtual’, demorando o tempo que desejasse sem edição alguma. Pode-se perceber então que a crítica sobre a comunicação dos meios também é o foco deste segmento. Umberto Eco, em Apocalípticos e Integrados, comenta: “Consequentemente, uma vez que a cultura média e popular (ambas já produzidas a níveis mais ou menos industrializados, e sempre mais altos) não vendem mais a obra de arte, e sim os seus efeitos, sentem-se os artistas impelidos, por reação, a insistirem no pólo oposto: não mais sugerindo efeitos, nem se interessando pela obra, mas sim pelo processo que leva à obra.” [6]. O abandono do apego material por uma obra encaminhou o artista a consolidar seus projetos em um novo nível do que seria a realização de uma obra: a obra é, antes mesmo de ter sido realizada; ela é o puro ato do simples pensar do criador sobre ela, relegando a prática ao supérfluo que pode ser descartado e remontado com outro material para exibição, contando que a idéia se mantenha fiel. “Quando o artista usa uma forma conceitual de arte, significa que todas as decisões serão tomadas antes e a execução é um negócio mecânico. A idéia torna-se o motor que realiza a arte.” [7].

Video arte é especulado por ter conhecido sua origem quando Nam June Paik usou a sua mais nova camera Sony Portapak para gravar metragens da procissão do Papa Paulo VI pela cidade de Nova Iorque no outono de 1965. No mesmo dia eles exibiu essas fitas em um café em Greenwich Village e nesse dia a "Video arte" nasceu. Contudo, esse fato é discutido até os dias de hoje,sendo que a primeira Sony Portapak e Viderover não tornara disponível até no ano de 1967. Fred Porest não se contradiz esse fato, dizendo que Nam June Paik teria conseguido o equipamento com fabricantes, e que dão créditos a Andy Warhol, que mostrara underground video arte semanas antes da seleção a procissão do Papa, de Nam June Paik. Central quanto a questão da introdução da Sony Portapak, foi a questão tecnologia das "imagens moventes" que era somente disponível para consumidores em forma de 8 e 16 mm de filme, mas não tinha suporte de playback instântaneo que outras fitas de vídeo tinham a oferecer. Consequentemente, muitos artistas acharam o video mais uma mídia de mais impacto do que o filme, ainda mais quando uma maior acessibilidade acoplado com tecnologias quais poderia-se editar e modificar a imagem de video.

Década de 70

Essas determinações que ocorreram na videoarte encaminharam-na para uma nova e distinta maneira de se apresentar um vídeo, algo jamais experienciado antes, nem pelo cinema: foi o nascimento das vídeo-instalações. O primeiro trabalho de vídeo arte de multi Canais (usando multi monitores ou telas), foi Wipe Circle de Ira Schneider e Frank Gilette. O trabalho foi o primeiro a combinar imagens ao vivo de visitantes da galeria, imagens achadas de comerciais de televisão, e metragens de fitas de video pré gravadas. O material é alternado de um monitor para o outro, em uma coreografia elaborada. Foi a inauguração para as artes plásticas da participação direta do público na obra de arte, em que o público, naquele exato espaço-tempo defronte com a obra, se tornava automaticamente e imageticamente incluído nela. Ali se constatou uma nova linguagem que a arte poderia ter e introduziu-se a questão de que a obra só se completa com a presença do espectador, e que ela ocorre a todo o momento. A participação transgrediu espaços consagrados de museus, tirando a clássica imagem da parede branca como espaço único de exibição para inovar utilizando o teto, chão, transmissão sobre fundo irregular, em móveis, roupas, etc. “Na reciprocidade entre arte e vida, conclamada pelo Fluxus e por várias gerações de artistas, desconstrói-se a autonomia do cubo branco, símbolo da galeria de arte desconectada do mundo exterior, para que o museu se torne o epicentro da subversão das normas rígidas e de noções aceitas e naturalizadas.” [8]. Como arte conceitual e como obra-meio de comunicação, a videoarte estaria se envolvendo com o acaso de seu próprio conteúdo de leitura, e praticando o aspecto casuístico da natureza e da cultura, trazendo ao foco do observador apenas a essência estrutural de uma idéia. No início da década de 1970, a performance entrou nas galerias e museus, e a videoarte também passou a se utilizar desta linguagem. “Contudo, todos eles fizeram fitas que podem ser chamadas de ‘performativas’, onde eles se baseavam nos artistas performatizando alguma ação, tanto como um tipo de escultura corporal como gestos associados ao corpo como um material de arte.” [9].

Década de 80

A revolução que ocorreu na década de 1980 para a videoarte foi a popularização das instalações entre os artistas. Já na década de 1960 com artistas como Wolf Vostell e Nam June Paik, se percebia traços visionários daquilo que seria essencial para se ter uma nova percepção artística. A ambientalização de um conceito, tomando espaços por inteiro em prol do conjunto de idéias realizadas pelo artista, estendeu ainda mais os laços à interatividade com o observador, que agora se encontrava “imerso” no objetivo artístico. As instalações expandem a experiência, pois se imerge em uma sala que está completamente tomada por um conceito, ampliando a percepção sensível. Ela também reforça o velho conceito de que a videoarte não é para ser assistida em poltronas confortáveis durante horas, como no cinema, mas sim como uma experiência passageira e de forte impressão: “O formato de instalação não permite a ordenação de um filme principal (...) Em sua maioria eles oferecem impressões para aqueles que passam por eles.” [10]. Creio que a ambientalização também refere-se ao dia-a-dia, ao lugar que o circunda e onde você vive, podendo ele mesmo ser uma grande instalação ao ar livre.

Década de 90

A era de ouro da videoarte veio na década de 1990. Ela foi completamente popularizada, inclusive por artistas terem sido contratados por emissoras de televisão para criar vídeos comerciais no final da década de 1980, com a inauguração da MTV americana. Parte dos videoartistas, com o decorrer da história, se tornaram contratados “funcionais” e passaram a utilizar suas idéias em prol da televisão comercial. Nada de paradoxal, inclusive por que os pioneiros gostariam que a videoarte ajudasse a transformar a televisão em um ambiente cultural, além de ela mesma ser a principal inspiração inicial: “Um dos principais objetivos dos primeiros videoartistas era que o vídeo poderia servir como uma alternativa para a televisão comercial (...) De fato, de acordo com Kurtz, a televisão criou a obsessão ‘novidade, intimidade, imediatidade, envolvimento, e um senso de presente tenso’, todas as características de um meio de televisão.” [11]. Nesta mesma década teve início o costume de se transformar vídeo em filme, ou já gravar em película. Tornou-se costume, inclusive, criar uma videoarte utilizando-se de grandes produções cinematográficas dignas de um filme de Holywood. Foi a partir daí que se criou uma confusão ainda maior sobre o que seria videoarte e o que não seria. Críticos passaram a defini-la então como “Arte Fílmica”, por ser um produto do audiovisual que se apresentava de inúmeras e inesperadas formas: “A videoarte já se tornou uma subseção da arte fílmica, um termo que se encaixa melhor à atual prática da maioria dos artistas midiáticos de hoje.” [12].

Século XXI

Nos dias atuais, a videoarte está se encaminhando, para instalações interativas. Os antigos vídeos que antes eram editados em modo linear agora são realizados com a ajuda de softwares e outros programas digitais. Alguns artistas aderiram a proporções cinematográficas para exibições de seus vídeos, utilizando-se da ambientação que esse proporciona. Outros ainda preferem instalações em museus, que ainda se mantém um lugar consagrado para o artista, e que agora conta com uma maior adaptação aos projetos. Não posso me esquecer dos artistas que também fazem vídeos para serem exibidos em raves e festas em torno de eventos musicais, criadores de websites, webdocumentários, além daqueles que são residentes em emissoras de televisão, fazendo vinhetas e afins. Todas as transformações atuais ocorridas no processo de criação não abalaram de forma alguma a videoarte como meio de transmissão de idéias, e sim colaborou para que artistas re-analisassem as novas possibilidades que estão à sua frente. A tendência é a da mutação, análise crítica e criação, ad eternum. Na videoarte se tem o jogo das sensações: você a vê como um todo, não como um processo que se constrói aos poucos, porque ela nada mais é do que uma idéia condensada a ser transmitida pela ferramenta audiovisual, qualquer que esta seja. O vídeo trabalha em uma concepção independente de uma linha de ações óbvias e esperadas, o que renova a experiência do observador, tornando-o ativo e co-criador. A videoarte permite uma interação perceptiva mais contemporânea de proximidade com o público (o público pode facilmente ser um videoartista) e também menos “museificada”, lembrando o que Rafael França, grande videoartista brasileiro disse: “O antigo aviso de ‘Favor não tocar’ foi substituído pelo ‘Favor tocar’ e, se você quiser, ‘Favor pisar’.” [13]. A obra só está completa em contato direto com a criação intelectual do observador e sua correspondente resposta.


Bibliografia

CECÍLIA, Salles. Redes da Criação: construção da obra de arte. 1. ed. São Paulo: Editora Horizonte, 2006. 156 p.

DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. 1. ed. São Paulo: Contraponto Editora, 1997. 240 p.

ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. 6. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006. 386 p.

FERREIRA, Glória (Org.) . Crítica de Arte no Brasil: temáticas contemporâneas. 1. ed. Rio de Janeiro: Editora Funarte, 2006. 577 p.

FRANÇA, Rafael. Sem Medo da Vertigem. São Paulo: Paço das Artes, 1997.

FREIRE, Cristina. Arte Conceitual. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2006. 81 p.

GOMBIN, Richard. As Origens do Esquerdismo. Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1972.

MACHADO, Arlindo. Arte e Mídia. 1. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor Ltda, 2007. 84 p.

MACHADO, Arilndo. O Quarto Iconoclasmo e outros ensaios hereges. 1. ed. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2001. 157 p.

RUSH, Michael. Video Art. 1. ed. Nova Iorque: Thames & Hudson, 2003. 224 p.



VIDEOARTE

VIDEOARTISTAS

NAN JUNE PAIK

Bill Viola

MUSIC NON STOP

EXPRESSIONISMO

O expressionismo alemão também serviu de inspiração para alguns clipes. No expressionismo os elementos de linguagem são: Sombras, cenários irreais que representam a condição psicológica do personagem, imagens em sépia ou preto e branco, ambiente fantasmagórico e de suspense, rostos sem face, imagens distorcidas e personagens com formas e expressões estilizadas pela maquiagem.

Nosferatu de Murnau, marco do expressionismo alemão, é o primeiro filme de terror da história do cinema, retrata a história de um vampiro, o primeiro da série, que se apaixona por uma mulher e passa o filme tentando seduzir a sua vitima.

Outro filme interessante do expressionismo é Dr. Mabuse, de Fritz Lang, grande diretor de cinema alemão que se recusou a trabalhar para Hitler e se refugiou nos Estados Unidos.

DR. MABUSE - PROPAGANDA

Geração paninaro.

Geração paninaro.

No finaldos anos 70 e inicio dos anos 80, na Itália, alguns jovens de classe média, que se reuniam num bar chamado AL panino. Extremamente consumistas, vestiam roupas de marcas e óculos Ray-ban e viviam curtindo a vida, sem maiores preocupações ideológicas ou políticas contrastando com a geração que os antecedeu.

No mínimo dois clipes, um do Pet shop boys (paninaro), e outro do Duran Duran, (wild boys), foram produzidos com esse tema.

DURAN DURAN, WILD BOYS

The Police - Every Breath You Take

Pat Oleszko's "Odds At Sea: Bahian Odyssey"

Aha Manhattan Skyline

Peter Gabriel - Mercy Street

Titãs - Flores

Sting - Englishman In New York

Dire Straits - Brothers In Arms

Eurythmics - Sweet Dreams

THE SMITHS

THE CURE

Bauhaus - Bela Lugosi's Dead

VIDEOCLIPE

Na década de 80, muitas bandas, especialmente as bandas de rock, revolucionaram o meio musical com seus videoclipes feitos de forma experimental, com muitos efeitos, movimentos de câmera, ângulos inusitados, coloridos ou descoloridos, inovando na textura e no tratamento da luz. O videoclipe passa para uma, outra fase, deixa de simplesmente mostrar a banda e contar uma historia e passa a ser um elemento visual importante no contexto artístico do estilo da banda, as bandas começaram a perceber que se era para simplesmente exibir as pessoas a gravação de um show resolveria o problema. O clipe então passa a desenvolver sua própria linguagem, seus planos inovadores sua dinâmica própria, o corte na batida, a fotografia é mais decorrente do efeito estético que se quer adotar para o contexto musical e assim se seguiu até os dias atuais.

The Pretenders - Back On The Chain Gang HQ Music

Mark Pellington e o polemico clip da musica one do U2

Mark Pellington - INXS-"Beautiful Girl" Music Video

Andrea Loefke: Ausflug ins Grüne

Zé Ninguém - Biquini Cavadão - Videoclipe dirigido por Eder Santos

MEDO / FEAR-TADEU JUNGLE

Brian Eno - The True Wheel

Nam June Paik at James Cohan, NYC (April 2009)

All is full of love

In Your Arms - Kina Grannis

The Making Of "In Your Arms"

alt-J - Every Other Freckle

alt-J - Fitzpleasure

Coldplay - Magic

Madonna - Ray Of Light

O Clip Ray of Light

Jonas Akerlund (nascido em 10 de novembro de 1965) é um diretor de videoclipes sueco. Ele é mais conhecido pelo estilo de seus vídeoclipes, que muitas vezes são formas zombar de trailers de filmes e curtas-metragens.Seu vídeo para a canção de Madonna, "Ray of Light", ganhou um Grammy de Melhor Vídeo Musical, formato curto, e um recorde de sete prêmios no MTV Video Music Awards 1998, incluindo o de Vídeo do Ano".Em 2010 ele dirigiu o vídeo de Lady Gaga"Telephone", com Beyoncé, Doritos Late Night "Who's That Chick"? dia e noite, versões com Rihanna e David Guetta, "Who's That Chick"? com Rihanna.

No vídeo, Ray of light, o diretor Jonas Akerlund abusou de imagens em high speed, a cantora diferente dos outros clipes onde se destaca a coreografia os planos fechados e o destaque para a mesma, fica a reboque da batida da musica e do ritmo das imagens que por sua vez está atrelado a dinâmica da musica, em alguns momentos o diretor também usou recursos de câmera lenta, quebrando um pouco a velocidade e depois retomando a idéia principal do vídeo que é tentar fazer uma relação de espaço tempo na velocidade da luz, o clipe realmente ficou muito bom, e parabéns também para Madonna que deu liberdade ao artista para trabalhar dentro de uma concepção que foge um pouco dos padrões do mercado fonográfico.

Roxette - One Wish

Roxette - One Wish

No clipe One Wish da banda Roxette, o Diretor Jonas Akerlund, fez o que eu chamaria de um vídeo para vídeo, os efeitos na imagem lembram os primórdios da videoarte com Nam, a descoberta do potencial artístico nos circuitos de chrominância e luminância que resultou entre outras coisas no efeito, chroma Key, onde através da retirada de uma cor, como verde ou azul, pode se colocar uma outra imagem substituindo, a frequência da imagem, no ritmo da musica, o uso do próprio monitor de vídeo para exibir a imagem captada pela câmera numa espécie de metalinguagem no vídeo denunciando a própria imagem que aparece quase sempre distorcida, com desfoque, dando a impressão que é mais um defeito que um efeito, a banda Roxette que costumava fazer seus vídeos, redondinhos e apelativos onde a cantora quase chora ao interpretar a música e seu companheiro no estilo galã de novela, revolucionaram com esse clip, realmente é um divisor de águas na história da banda, PARABÉNS, para a banda que topou a idéia e para Akerlund.

Jocivaldo Almeida

A MAGIA DA IMAGEM

Você já teve curiosidade de saber como funcionam os equipamentos de vídeo? A série da BBC de Londres A magia da imagem explica. Das primeiras experiências de transmissão de imagens com varredura mecânica até os sistemas digitais. Confira nos vídeos abaixo.

A MAGIA DA IMAGEM PARTE1

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 2

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 3

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 4

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 5

A MAGIA DA IMAGEM PARTE 6

sábado, 19 de junho de 2010

TUDO SOBRE CINEMA, VIDEO, ARTE E TECNICA, EQUIPAMENTOS, LIVROS, REVISTAS E MUITO MAIS

Uma tv diferente.

Um comentário:

  1. Jota uma duvida eu não vi aqui um vídeo que assisti, no curso em que voce falava do cimena como evolução da pintura e a fotografia

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